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​TECNOSHOW COMIGO movimenta R$ 1,3 bilhão em volume de negócios

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18 Apr 2016

Feira supera o número alcançado em 2015 e já tem data confirmada para 2017:

será de 3 a 7 de abril, em Rio Verde (GO)

 

Apesar das incertezas políticas e econômicas no País, a TECNOSHOW COMIGO movimentou R$ 1,3 bilhão em volume de negócios nos cinco dias de realização da feira – 11 a 15 de abril de 2016. O número é superior ao alcançado em 2015, quando o evento registrou R$ 1,1 bilhão. O resultado positivo reflete o atual cenário da agropecuária no Brasil, que mesmo enfrentando a instabilidade política, é um dos poucos setores que registrou crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), com 1,8%, e possui o Índice de Confiança em 84,3%. Neste ano, a feira também teve a presença de 540 empresas e instituições de diversos segmentos.

Para o presidente da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (COMIGO), Antonio Chavaglia, o volume de negócios surpreendeu, já que a estimativa da organização era pelo menos repetir o número do ano passado. “A gente veio para a feira com a expectativa um pouco pessimista. O que nós vimos aqui foi que superou. Tem empresa que vendeu menos, tem empresa que vendeu mais”, destacou.

Em relação ao público, a feira recebeu 98 mil visitantes, número abaixo do registrado em 2015, quando passaram pelo Centro Tecnológico COMIGO (CTC), 104 mil pessoas. “O público realmente diminuiu. Estamos com um clima adverso, muito calor, então muitas famílias deixaram de vir. Veio mesmo só a pessoa para fazer negócio. De 104 mil para 98 mil pessoas, em cinco dias de feira, significa dizer que foram cerca de mil pessoas a menos por dia. Isso não é representativo num negócio desse tamanho”, destacou Chavaglia. Com o fim do evento e os resultados consolidando a TECNOSHOW COMIGO como uma das principais feiras de tecnologia rural do Brasil, a organização já iniciou os preparativos para a edição 2017, que já tem data marcada: será de 3 a 7 de abril do próximo ano.

Avaliação positiva

Segundo Antonio Chavaglia, o produtor está fazendo negócios conscientes, buscando aquilo que realmente vai lhe dar mais solidez dentro da propriedade, com investimentos em máquinas e equipamentos mais modernos, mesmo no atual momento da economia. Para ele, o produtor está preocupado é em encontrar produtividade. “Temos problemas? Lógico, temos inúmeros problemas. Uma hora é crise, outra hora é governo, outra hora é política, mas o produtor não para. Ele tem de fazer duas safras no ano, tem de encontrar uma maneira de ter renda. E aqui, na feira, ele não encontra só a questão de máquinas e equipamentos, mas informação que recebe de técnicos, de fábricas, de pesquisadores que demonstram de tudo, nesses canteiros”, enfatizou. Para o presidente da COMIGO, toda essa oportunidade que o evento oferece, desde informação à difusão de tecnologias, faz com que o produtor compareça à TECNOSHOW COMIGO. “Ficamos gratificados de estar contribuindo para melhorar a eficiência da propriedade rural”, enfatizou. 

Demandas do setor e situação no País

A atual situação político-econômica vivenciada no Brasil foi destaque na solenidade de abertura da TECNOSHOW COMIGO, realizada no dia 11, em Rio Verde (GO). Conforme recordou o presidente da COMIGO, Antonio Chavaglia, no momento em que o País está passando, o agronegócio tem tido um papel crucial na manutenção da competitividade econômica, mas vive dificuldades em se manter pela falta de investimentos no setor. “Nosso desejo é que nossas autoridades tenham a visão de que o agronegócio é estratégico. É uma cadeia que precisa ser alimentada para gerar alimento”, enfatizou. Por outro lado, Chavaglia se emocionou e foi enfático ao afirmar que os problemas políticos têm afetado toda a cadeia produtiva, com prejuízos para os produtores. “A corrupção está acabando com o setor financeiro. Esse dinheiro poderia estar financiando o setor produtivo para melhorar as condições de nossos produtores. E nós gostaríamos que a defesa da produção fosse retomada no País”, ressaltou.

Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, o momento é preponderante para se tratar não só o futuro da agricultura, mas o do País como um todo. Concordou com ele o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan, que destacou a necessidade em se ter um planejamento mínimo do produtor para a aquisição de maquinário e que, para isso, precisa de garantias do governo, especialmente as relacionadas às linhas de crédito e financiamento. “Hoje, a nossa região é referência não só na produção de sementes, mas na evolução de nossas máquinas e Rio Verde é uma das regiões mais tecnificadas do País. Mas se nós não trabalharmos com planejamento, com uma previsibilidade de pelo menos cinco anos, o setor não terá condições de se manter”, questionou.

O prefeito de Rio Verde, Juraci Martins, indicou que a feira vem melhorando a qualidade ao longo do tempo, mas que é importante a melhoria das condições de trabalho para os produtores. “Temos um volume bom de expositores e é cada vez mais crescente os expositores interessados na feira. Mas ainda é difícil ser produtor rural no Brasil”, desabafa. Essa situação da necessidade de investimentos foi reforçada pelo deputado federal Heuler Cruvinel (PSD) e pelo deputado estadual Lissauer Vieira (PSB). Heuler Cruvinel, que é membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados, apontou que as atenções do Brasil se voltam para Rio Verde na época da feira. “Com toda a certeza, temos mostrado a importância do agronegócio, que gera emprego e fortalece o PIB. Estamos trabalhando na questão da antecipação do vazio sanitário e precisamos resolver essas questões que prejudicam o produtor goiano”, afirmou. Fato replicado pelo deputado Lissauer Vieira, da Frente Parlamentar do Agronegócio da Assembleia Legislativa. “Temos visto como os organizadores e expositores têm trabalhado na TECNOSHOW COMIGO. Nossa classe é a que carrega esse País nas costas e, para tanto, precisa de suporte”, avaliou.

As principais críticas do setor, no entanto, foram tecidas ao poder público federal, especialmente após o episódio registrado no Palácio do Planalto, no dia 1º de abril, no qual o secretário de finanças e administração da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Aristides Santos, incitou, dentro do Palácio do Planalto, a invasão de propriedades rurais. O vice-governador do Estado de Goiás e secretário de Segurança Pública, José Eliton de Figuerêdo Júnior garantiu que as forças de segurança estarão de prontidão para manter a ordem nas propriedades rurais do Estado. “Aqui em Goiás, a força de segurança e a inteligência da polícia estarão atentas a essa movimentação. Mas nós não vamos permitir a desordem. O fortalecimento do setor se constrói com políticas públicas, com diálogo”, pontuou.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, a crise política gera crise econômica e que é inviável a atual situação promovida pelo governo. “Nós, da Faeg e de outras 26 Federações da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), nos posicionamos e somos a favor do impeachment da presidente”, refletiu. Seguindo essa linha de raciocínio, o senador da República, Ronaldo Caiado (DEM), argumentou que é importante a reflexão para o momento em que o País se encontra e, em especial, sob a ótica das dificuldades do setor agropecuário, que passam pela falta de seguro rural, problemas no investimento e liberação de crédito para a safra, entre outros. “As últimas notícias são de que o tesouro não poderá pagar a parcela subsidiada. No seguro rural, sempre tivemos a matéria aprovada no Congresso, mas nunca os recursos repassados. E isso nós não podemos admitir”, criticou. “Em 86, houve resistência do movimento rural para que as terras não fossem estatizadas, no qual o agronegócio foi o único setor que teve coragem para garantir o direito de propriedade. E agora precisamos resolver novamente duas situações para o País se desenvolver: a chuva voltar a cair e realizarmos o impeachment da presidente”, enfatizou, conclamando produtores a se mobilizarem para a votação do pedido de impeachment da presidente Dilma Roussef, marcado para o próximo dia 17, no plenário da Câmara dos Deputados.

Vazio sanitário

Durante a TECNOSHOW COMIGO, o deputado federal Heuler Cruvinel (PSD) disse que agendou visita, junto com o Secretário do Estado de Desenvolvimento Econômico, Thiago Peixoto, à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Brasília, para articular a mudança do vazio sanitário em Goiás. A ideia é antecipar a data de início do plantio, em Goiás, de 1º de outubro para 20 de setembro.Estados vizinhos, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, já possuem um vazio sanitário antecipado, podendo iniciar o plantio no dia 15 de setembro. A intenção do ajuste no Estado, além de aproximar as datas, é minimizar as consequências geradas para a safrinha, que enfrenta, hoje, as influências da falta de chuva devido ao início tardio do cultivo. O vazio sanitário é um período de ausência de plantas vivas para a contenção e prevenção de doenças e pragas. Um dos principais alvos, especialmente no caso da soja, é precaver problemas relacionados ao fungo da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi).O vice-governador e secretário de Segurança Pública, José Eliton Figuerêdo Júnior, antecipou que, havendo o acordo com a Embrapa, o governo estadual vai autorizar a antecipação do plantio.

Informações em diversas áreas

Com a proposta de ampliar o conhecimento sobre os diversos temas que impactam a vida do produtor rural e de profissionais que atuam no agronegócio, além de estudantes e diversos públicos, a TECNOSHOW COMIGO realizou, em cinco dias de evento, palestras com os mais variados assuntos, envolvendo agricultura, pecuária, mercados e cenários, commodities, manejos, entre outros. Foram mais de 60 palestras, que tiveram a presença de 6 mil participantes. Esse público pode receber informações e trocar experiências com renomados especialistas nos auditórios 1 e 2 do CTC, Casa da Embrapa, além de espaços de expositores como Sebrae, Emater Goiás e Faeg.

O diretor de Commodities da INTL FCStone, Glauco Monte, foi um dos palestrantes da edição 2016. Em sua palestra, ele afirmou que muito mais do que definir um cenário favorável para bons preços, é preciso entender quais são os fatores que afetam efetivamente o preço e a rentabilidade do produtor de grãos. “Mais do que quanto o Brasil vai produzir, interessa o quanto o País vai exportar”, explicou. Já o jornalista e apresentador do Globo Rural, Nelson Araújo, esteve presente na feira e falou sobre a importância do agronegócio para a manutenção, não só da economia, mas também para o ciclo da vida. De acordo com ele, a força do agronegócio se mostra na geração de emprego, com a previsão de 30 milhões de novos postos neste ano. “Além disso, é o carro chefe da nossa economia. O agronegócio movimenta cerca de 1,2 trilhão de reais, o que corresponde a cerca de 23% do PIB brasileiro. E nesse ponto, o complexo soja é o grande destaque e que continua liderando as exportações do País”, salientou.

A apresentadora e editora do Canal Rural, Kellen Severo, traçou cenário econômico e político do Brasil,  ressaltando que tudo está sendo impactado pela instabilidade política brasileira, mas que o agronegócio tem se saído bem neste setor. Ela até comprovou isso por meio de dados como do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário, que cresceu em 1,8% em 2015 – enquanto outros setores tiveram queda – e do volume de exportação do agronegócio no País, que em março deste ano foi de 52%.

Já o pesquisador e especialista em fertilidade, adubação e plantio direto, Eduardo Caires, apresentou em sua palestra, na feira, os resultados de um estudo que mostrou eficácia na redução da acidez do solo e que pode ser a solução para esse problema. Uma vez que a acidez restringe a quantidade de cálcio, elemento essencial para o crescimento adequado da raiz da planta, e eleva a de alumínio, substância tóxica, Caires experimentou a aplicação combinada de calcário e gesso, ambos com componentes de cálcio em sua formação.

Dinâmicas e exposição de animais

A feira também possui uma extensa programação na área de pecuária. Foram realizadas 16 dinâmicas, que reuniram 3 mil pessoas. Esse público pode acompanhar práticas de manejo e eficiência de ordenha, noções básicas de casqueamento, prática de ferrageamento em equinos, utilização de Hereford e Braford no Brasil Central, noções de conformação e das modalidades de esporte da raça Quarto de Milha, iniciação de potro e muar chucro, manejo de leitões recém-nascidos, controle da raiva em bovinos, noções de rédeas, sanidade de aves, manejo de ovinos e primeiros socorros em equinos. Além das apresentações, animais de diferentes raças estiveram em exposição em cinco pavilhões, desde bovinos – Nelore, Canchim, Hereford, Braford, Gir, Girolando, Holandês, etc -, ovinos, caprinos, equinos, muares e outros animais de pequeno porte.

Dinâmicas de máquinas

Em 2016, foram 30 demonstrações práticas de máquinas e equipamentos realizadas no CTC, como forma de esclarecer dúvidas do comprador que, até então, só tinha visto a máquina parada no estande da empresa. Por consequência, as dinâmicas funcionam como uma espécie de balcão de negócios, já que muitos dos participantes acabaram comprando o produto após conferir como ele funciona na prática. A novidade foi que os visitantes puderam, pela primeira vez, ver de perto o funcionamento de uma embolsadora de silagem durante as dinâmicas de máquinas. Outro destaque dessa edição foi a máquina que realiza aplicação de calcário em profundidade.

Incentivo para os negócios

Para facilitar o acesso ao crédito e atender às necessidades dos produtores rurais durante a feira, a TECNOSHOW COMIGO contou com a presença de cinco instituições financeiras – Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF), Santander e Sicoob Credi-Rural. As instituições levaram toda estrutura para o CTC, inclusive profissionais para orientar o visitante e fechar negócios nos cinco dias do evento. Foram disponibilizadas linhas de crédito para a aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas, custeio antecipado da produção agrícola 2016/2017, comercialização de produtos agropecuários, entre outras.

Meio ambiente

Proporcionar a oportunidade de aliar sustentabilidade com a produção agropecuária é um dos objetivos da TECNOSHOW COMIGO. Por esse motivo, os organizadores da feira desenvolveram diversas práticas e ações, não somente nos cinco dias da feira, mas em todo o processo que envolve a realização do evento. Inclusive o último dia do evento, que neste ano foi 15 de abril, é estabelecido como Dia do Meio Ambiente, com a programação praticamente toda voltada para ações de conscientização sobre a necessidade de preservar os recursos naturais.

Nessa premissa da feira, uma das atividades desenvolvidas é a distribuição de mudas nativas do Cerrado. Neste ano, foram 12,4 mil mudas entregues ao público que passou pelo CTC de 11 a 15 de abril. A novidade é que para levar a muda, o visitante precisou efetuar um cadastro. As informações recolhidas vão servir para que a COMIGO possa traçar o perfil das pessoas que pegaram as mudas, inclusive o local em que elas pretendem fazer o plantio – se será na zona urbana ou rural.

Nos cinco dias - e dentro do processo de coleta seletiva dos resíduos da feira -, foram recolhidos 450 quilos de latas de alumínio, 8 mil quilos de papel e papelão, 2 mil quilos de plástico e 660 quilos de PET. No total, foram 50 toneladas de material orgânico e mais de 100 toneladas de resíduos não recicláveis. No caso do material reciclável, a previsão é que o que foi recolhido seja doado como benefício social. O trabalho de coleta seletiva envolveu ainda sete profissionais, que atuaram no pré e durante a feira, e vão atuar no pós-evento (processo de desmontagem da feira).

Espaço Ambiental

Mais de 10 mil pessoas circularam pelas estações interativas do Espaço Ambiental nesta edição da TECNOSHOW COMIGO, criadas para conscientizar produtores rurais e estudantes sobre a recuperação, a preservação e a valorização dos recursos naturais e que podem ser aplicadas na zona rural e em locais urbanos onde não há rede de esgoto doméstico. Foram sete diferentes estações criadas em parceria com órgãos ligados à área: inpEV/ Sistema Campo Limpo; Proteção/Recuperação de nascentes; Polícia Ambiental; Bacia/Tanque de Evapotranspiração; Círculo de Bananeiras; Estação COMIGO e Distribuição de mudas.

Prêmio Gestão Ambiental Rural COMIGO

Com o objetivo de reconhecer e destacar os cooperados dos municípios da área de atuação da cooperativa que conseguiram, por meio da aplicação de práticas de conservação, preservação e defesa dos recursos naturais, promover a atividade agropecuária sustentável e em equilíbrio com a natureza em suas propriedades, a COMIGO realiza o Prêmio Gestão Ambiental Rural. No dia 15, em solenidade no auditório 1 do CTC, foram anunciados os vencedores da nona edição. Os grandes ganhadores entre todas as categorias e grupos foram dois representantes da cidade de Montividiu (GO). A engenheira agrônoma Renata Alves Ribeiro, proprietária da Fazenda Vitória, além de ganhar o prêmio regional de sua categoria – Categoria B, para propriedades de 101 a 500 hectares -, ganhou também o grande prêmio na mesma categoria, entre todos os competidores. O mesmo aconteceu com o conterrâneo de Renata, o produtor João Van Ass, dono da Fazenda Dois J1. Ele recebeu tanto o prêmio regional na Categoria C (propriedades com mais de 500 hectares) como também o prêmio geral na mesma categoria.

O Prêmio Gestão Ambiental Rural é dividido em grupos, de acordo com a localidade dos municípios, abrangendo todas as cidades da área de ação da COMIGO, e também em categorias, conforme o tamanho das fazendas. A ideia é oportunizar o ganho a todos e tornar mais justa a análise e concorrência à premiação.

Prêmio COMIGO de Jornalismo

Os vencedores da 1ª edição do Prêmio COMIGO de Jornalismo foram conhecidos no dia 12, no CTC, em Rio Verde. O prêmio foi entregue por representantes da Cooperativa, professores de jornalismo e empresários da área, a profissionais e estudantes que se destacaram na cobertura jornalística da edição 2015 da Feira. No total, nove profissionais foram premiados nas modalidades Jornalismo Impresso ou Online, Fotojornalismo e Telejornalismo. Na categoria estudantes, foram seis premiados nas modalidades Jornalismo Impresso ou Online e Fotojornalismo. Os vencedores receberam um troféu de participação, certificado e premiação em dinheiro.

Na ocasião, foi lançada a segunda edição da premiação, que terá como novidade a inclusão das modalidades Radiojornalismo, para profissionais, e Audiovisual, para estudantes de Comunicação, além das já tradicionais Jornalismo Impresso ou Online, Telejornalismo e Fotojornalismo. Podem se inscrever trabalhos jornalísticos veiculados entre 1º de março e 30 de abril de 2016. Cada profissional poderá inscrever uma peça por modalidade: Jornalismo Impresso ou Online, Fotojornalismo, Telejornalismo e Radiojornalismo. Na categoria Estudante, serão aceitos trabalhos de alunos de graduação e pós-graduação na área de Comunicação, nas modalidades Jornalismo Impresso ou Online, Fotojornalismo e Material Audiovisual. As inscrições poderão ser efetuadas de 11 de abril a 31 de maio de 2016 por meio do site www.premiocomigojornalismo.com.br. As peças serão analisadas por uma comissão julgadora formada por jornalistas e empresários indicados pela COMIGO. A previsão é de que o prêmio seja entregue no mês de julho.

Fonte: Ascom Comigo

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